top of page

Cá entre nós

Nem toda conversa difícil precisa terminar em concordância. Algumas já mudam quando terminam em compreensão.

Vamos Pacificar

Tema: 

Bússolas, Questionamentos, Para Escutar de Verdade

Um olhar do Vamos Pacificar

Existe uma expectativa curiosa nas conversas difíceis: entramos nelas querendo que o outro termine pensando como nós.

E, quando isso não acontece, muitas vezes sentimos que a conversa fracassou.

Mas compreender não é concordar.

Posso entender por que você pensa daquela maneira e continuar pensando diferente. Posso reconhecer o que é importante para você sem transformar aquilo em algo importante para mim. Posso até considerar legítima a sua posição e ainda assim não escolhê-la para a minha vida.

Essa diferença parece pequena, mas muda muita coisa.

Quando a concordância deixa de ser a única medida de sucesso, abre-se espaço para algo mais possível: duas pessoas diferentes conseguirem permanecer em diálogo.

Na mediação isso é especialmente importante.

Nem sempre sairemos de uma conversa com uma visão comum. Às vezes, o avanço está simplesmente em conseguir enxergar o que antes parecia incompreensível no comportamento do outro.

E compreensão já pode mudar a forma como o conflito continua.

Para refletir
 

Existe alguém que você está tentando convencer quando talvez fosse mais importante tentar compreender?

Experimente hoje

Na próxima discordância, antes de apresentar seu argumento, tente perguntar:

“O que é mais importante para você nisso?”

E escute a resposta sem preparar imediatamente uma contestação.

Talvez vocês continuem discordando.

Mas provavelmente não estarão exatamente no mesmo lugar de antes.

Gostou desta reflexão?

Compartilhe com alguém que valoriza o diálogo.

 

bottom of page